Por que carregar a cruz?


Publicado em 11/06/2019 Atualizado em 11/06/2019 09:08

Um jovem foi convidado para fazer uma jornada para o paraíso. Só que, para chegar até lá, ele deveria carregar uma cruz nas costas. O jovem achou-a um pouco pesada, mas tudo bem, dava para carregar. Os anjos o orientaram assim:

- Olha, você vai por este caminho, reto e sempre subindo, subindo e subindo até o topo. Nunca deixe a tua cruz no meio do caminho! Vá até o fim, carregando a tua cruz!

 E o jovem começou a sua jornada. A princípio, a cruz não o incomodava, mas conforme ele ia andando, seu ombro começava a doer. Ele foi trocando a cruz de lado, hora carregava no ombro direito, hora no ombro esquerdo, mas continuava carregando. Até que parou um pouquinho e pensou: “Puxa, até quando eu vou ter que carregar esta cruz? Será que falta muito para eu chegar?” Ele olhava para o topo e parecia muito distante.

O jovem teve então a ideia de cortar um pedaço da cruz, porque ele dizia consigo mesmo: “Essa cruz é grande demais! Ela não precisa ser deste tamanho!”. Então, ele foi à ponta da cruz, cortou, mais ou menos, meio metro, colocou-a sobre os ombros e ela lhe pareceu mais leve. Ele exclamou: “Agora dá para carregar!”. E continuou prosseguindo o seu caminho até o topo.

Depois de andar alguns quilômetros, a cruz lhe pareceu, excessivamente, pesada. Então ele pensou: “Estou com as pernas doendo, os pés inchados e esta cruz é muito pesada. Se eu cortar mais um pedaço, vai ficar mais fácil de carregar.”


Então, ele cortou mais um pedaço da cruz, colocou-a nos ombros e, novamente, foi carregando. Aquele jovem foi notando que a cruz ficou mais leve e, com isso, andou mais rápido do que as outras pessoas que, também, faziam o trajeto. No entanto, todas estavam carregando as suas cruzes intactas, ninguém havia cortado sequer um pedaço, somente aquele jovem.

Ele se sentiu esperto, inteligente, sorria de satisfação consigo mesmo e dizia: “Eu vou ser o primeiro a chegar!”.

Mas, andando alguns quilômetros, o corpo todo dolorido, cansado, com sede, pensou: “Esta cruz ainda está muito grande e eu não vou me atrasar... Vou cortar mais um bom pedaço!”. E cortou mais um pedaço, diminuindo, mais ainda, a sua cruz.

Percebendo que a cruz estava leve, colocou-a no ombro, foi carregando e passando na frente de todos que, com dificuldade, estavam carregando as suas cruzes.

Aquele jovem foi o primeiro a chegar. Ele ficou todo feliz, mas percebeu que o topo era o fim do caminho e que havia um rio e, do outro lado, o caminho continuava. Ele ficou observando aquele precipício até que chegou um dos que carregavam a cruz. Esta pessoa pegou a sua cruz e, usando-a como uma ponte, colocou-a sobre o rio, de uma extremidade para a outra, e foi andando por cima da cruz. Então, ele percebeu que o comprimento da cruz havia sido calculado para que as pessoas, ao chegarem no final da caminha, pudessem fazer a travessia. Tardiamente, ele percebeu que a sua cruz, agora, não servia para fazer a ponte, porque ele a havia cortado várias vezes, diminuindo o seu tamanho.

Os outros que foram chegando, colocavam as suas cruzes sobre o precipício, faziam uma ponte e atravessavam por cima dela. O jovem, por fim, não conseguiu chegar à meta e ficou só assistindo os demais alcançarem o paraíso.

 

Esta ilustração corresponde perfeitamente ao que o Senhor Jesus disse:

“... Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome a cada dia a sua cruz, e siga-me.”

Tenha hoje a certeza de que sua cruz é do tamanho exato para que você possa chegar ao Paraíso.

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